“não sei porque nessas esquinas vejo seu ollhar”

Para Machiavelli

faz tempo que não tenho esse olhar que me atravessa a alma. confesso que ele faz falta algumas vezes. faz falta saber dos teus dias, saber dos rumos dessas vidas apartadas. tem-me feito muita falta o teu abraço, aquele especial, onde cabíamos somente nós dois, nada mais. nenhum outro pensamento, nenhum outro sentimento.

pena termos nos deixado invadir por fantasmas. pena termos perdido a ternura. pena termos que ter cumprido nosso pacto. não fomos capazes de nos fazermos felizes para sempre.

faltou-me vontade de seguir tentando. agora falta-me coragem para por fim a todas as dúvidas e inquietações.

um simples telefonema bastava para acalmar minha alma inquieta. mas nada é tão simples. guardo tudo na memória com perfeição e a cada dia encontro mais vestígios teus pela cidade. passo na rua onde nos beijamos, na praça onde tu deitava a cabeça no meu colo…

confesso que não consigo te esquecer

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