fui ver Cazuza. gostei. não é o melhor filme da minha vida, mas gostei. o filme tem duas coisas especiais: o cuidado da mãe e as relações amorosas dele. fiquei pensando no Leonardo Boff depois do filme, em seu Saber Cuidar. não sei se ela soube cuidar mesmo dele, porque não foi um “filho exemplar”, mas me pergunto se teria adiantado algum cuidado maior considerando o gênio do moço. de qualquer forma, ela foi dona de um cuidado incondicional. adorei a cena do táxi quando ela diz “é, mas eu só tenho esse”, retrucando o motorista que dizia ter quatro filhos e de vez em quando um deles sumia. cuidou até o fim com um carinho bonito de se ver.

e não pude deixar de notar a representação da vida homoerótica do moço. o filme não foi covarde. agarramento apaixonado da melhor qualidade, com beijaços e apertões de alto calibre. muito bom ver um filme que não se acovarda na luz se apagando e cenas saindo do enquadramento. valeu a pena.

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