eu me rendo: preciso de um amor. cansei da solidão. todas essas coisas que se escondem entre a sombra e a alma, como diz o poeta, estão transbordando.

já amei tanto e tantos amores, mas os meus últimos dois anos têm sido demasiado confusos, preciso de um pouco de quietude, mas parece que meu coração elegeu um moço esquivo demais, talvez tão parecido comigo que eu esteja pagando o preço por todas as vezes em que não em apaixonei pelos moços que beijei.

todos os meus desejos, nesse momento, são de me abrigar no seu colo, aninhar a cabeça no ombro alto e perder a conta do tempo em que seus dedos passeiam entre os meus cabelos. quero beijos despreocupados no aconchego de uma coberta qualquer, travesseiros e almofadas e talvez um pouco de vinho. sim, preciso do amolecimento bom que o vinho dá para esquecer minhas penas. ah, Florbela, Florbela. eu também quero amar perdidamente, mas não este, aquele o outro e toda a gente…

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