Experiência etnográfica: sutilezas e desafios

Eu gosto de comer pão quente, recém-saído do forno, esperando apenas tempo suficiente para não queimar. Ás vezes queima um pouquinho, mas a textura e o perfume do pão quente com manteiga compensam. Pão frio também é gostoso, mas a textura é completamente diferente, não derrete na boca, provoca muito menos saliva. E perde quase todo o perfume.

Este texto é como um pão quente, produzido no meio da minha coleta de informações no assentamento Entre Rios. Talvez me queime a língua, mas o sabor único compensa. Leia mais…

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